Wishbone

O Cão    O Programa    Jack Russell Terrier   Referências 


O Cão

Quando WISHBONE fez sua estréia na televisão em 1995, pediram que os pequenos espectadores usassem a imaginação junto com o personagem principal. Em cada episódio, um Jack Russel Terrier ativo se imaginava como o herói de histórias clássicas e convidada a audiência a participar quando ele derrotava o xerife de Nottingham, viajava para o centro da Terra, encontrava Roma, confrontava os Cavaleiros sem Cabeça, procurava o Cão dos Baskervilles, assumia os trabalhos de Hércules, dormia por 20 anos e se apaixonava pela bela Julieta.

E, claro, os espectadores respondiam – tornando o WISHBONE um tremendo sucesso. O cãozinho ganhou muitos prêmios, entre eles quatro Emmys. Apareceu na People Magazine e no The Tonight Show. Resumindo: ele se tornou um ícone.

E pensar que tudo começou com um pequeno cão com grande imaginação.

O Programa

 

WISHBONE é uma série de televisão que dá vida aos livros, sendo o público alvo as crianças e suas famílias. Em casa de episódio, a estrela – um Jack Russell Terrier adorável com uma super imaginação – entra em uma aventura com seu dono humano Joe Talbot e seus amigos na cidade de Oakdale.

Claro, essas aventuras animam a imaginação de WISHBONE e ele se lembra de uma história clássica onde ELE é o herói!

Sobre o Jack Russell Terrier

Grupo: Terceiro – Terriers.   
Altura na cernelha: de 25 a 37,5cm.     
Peso: De 5 a 7,5kg.
Temperamento: Instinto para o trabalho. Alegre, ativo, alerta, disposto, corajoso.  
Cor: Branco.
Marcações (são opcionais): Canela, preto ou marrom.
Pelagem: Densa: 1) Lisa; 2) Dura; 3) Quebrada.
Orelhas: Pequenas, em forma de V, pendentes.
Tronco: Retangular e alongado.
Olhos: Amendoados, escuros.
Focinho: Moderado (stop bem marcado).
Geral: Linhas arredondadas. Grande variação de tamanho. Avaliação principalmente pelo instinto para a caça.
    
É uma raça independente e ótima caçadora de ratos. Não são as pessoas que têm o Jack Russell, e sim ELE que tem as pessoas. É mais independente que o Parson Jack Russell e o Terrier Brasileiro. Nem sempre atende aos chamados de imediato, principalmente se percebe que não ganhará nada em troca. É comum ele deixar o dono falando sozinho por estar mais preocupado em seguir o rastro de algum bicho do que em atender a ordens. Se tiver bastante espaço para se entreter sozinho, dificilmente causará transtornos. É o melhor para quem vive no campo e quer um companheiro eventual, que não fique doente e nem exija atenção integral. Costuma ser indiferente a estranhos. Entre ele, o Parson Jack Russell e o Terrier Brasileiro, é o que mais mata ratos: é capaz de esperar por horas o rato aparecer.

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Referências


World Wild Wishbone